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Reconhecimento

Uma obra do escritório na bibliografia oficial dos 135 anos do Supremo.

O Supremo Tribunal Federal reuniu 135 obras de referência sobre a própria Corte para marcar seus 135 anos na República. O livro de Kayo César, Entre a Cruz e a Espada, é uma delas.

Capa da bibliografia temática 135 anos do Supremo Tribunal Federal na República, publicada pelo STF em agosto de 2026
A seleção

135 obras para 135 anos.

Em 2026, a Secretaria de Altos Estudos e a Biblioteca Ministro Victor Nunes Leal, do STF, publicaram a bibliografia temática 135 anos do Supremo Tribunal Federal na República: livros, capítulos e artigos escolhidos por sua relevância para compreender a história, as competências e o papel institucional do Tribunal.

Publicação
STF, Secretaria de Altos Estudos
Ano
Agosto de 2026
Obra nº
117 de 135
Nas palavras do Tribunal

O critério da escolha.

“A bibliografia foi organizada contemplando 135 obras, número que remete aos anos de existência do Supremo Tribunal Federal no período republicano. A seleção procurou reunir trabalhos de reconhecida relevância para a compreensão da história, das competências e do papel institucional do Tribunal no sistema jurídico e político nacional.”

Apresentação da bibliografia, Secretaria de Altos Estudos e Coordenadoria de Biblioteca do STF
135
obras selecionadas
1891
primeira sessão do STF na República
4
eixos temáticos
O livro

Entre a Cruz e a Espada.

A obra examina o Supremo Tribunal Federal diante do presidencialismo de coalizão e da judicialização da política: até onde vai o controle judicial e onde começa o espaço próprio da decisão política. O livro percorre os antecedentes históricos, o golpe de 1964 e a Constituição de 1988, a lógica das coalizões presidenciais e o formato que a judicialização assumiu na democracia brasileira.

É exatamente esse o terceiro eixo temático da bibliografia do STF: as relações entre a Corte, o sistema político e a sociedade. Publicado pela JusPodivm na Coleção Direito Processual na Ordem Constitucional, com prefácio de Gilmar Ferreira Mendes.

117posição na lista, ordenada por autor
  • Editora JusPodivm, Salvador
  • Coleção Direito Processual na Ordem Constitucional
  • Registro na Biblioteca do STF nº 1188370
Na mesma lista

Ao lado de quem o livro aparece.

A seleção reúne ministros, historiadores e professores que dedicaram obras ao Supremo. Alguns dos autores presentes na bibliografia:

Ministro do STF

Gilmar Ferreira Mendes

Sobre o papel do Supremo Tribunal Federal na Constituição de 1988.

Ministro do STF

José Carlos Moreira Alves

O Supremo Tribunal em face da nova Constituição: questões e perspectivas.

Ministro do STF

Marco Aurélio Mello

O papel do tribunal constitucional do Estado Democrático de Direito.

Ministro do STF

Carlos Velloso

O Supremo Tribunal Federal, corte constitucional.

Ministro do STF

José Néri da Silveira

O Supremo Tribunal Federal e a guarda da Constituição.

Ministro do STF

Victor Nunes Leal

Passado e futuro da súmula do STF.

Ministro do STF

Aliomar Baleeiro

O Supremo Tribunal Federal, esse outro desconhecido.

Ministro do STF

Themístocles Brandão Cavalcanti

O Supremo Tribunal Federal e a Constituição.

Professor, USP

José Levi Mello do Amaral Júnior

O Supremo Tribunal Federal: composição, organização e competências.

Professor e doutrinador

José dos Santos Carvalho Filho

Repercussão geral: grandes temas do Supremo Tribunal Federal.

Professor, UERJ

Daniel Sarmento

Novas técnicas de decisão do STF: entre inovação e democracia.

Professor, FGV

Oscar Vilhena Vieira

Supremo Tribunal Federal: jurisprudência política.

Por que isso importa

Estudo sobre o Supremo, a serviço de quem precisa dele.

Grande parte da defesa do servidor público termina onde o Supremo decide: teses de repercussão geral, súmulas vinculantes, limites do controle judicial sobre atos da Administração. Entender como a Corte pensa e se posiciona é parte do trabalho técnico do escritório.

A inclusão da obra na bibliografia dos 135 anos é o reconhecimento de que esse estudo é levado a sério. O que chega ao cliente é o mesmo rigor, aplicado ao caso concreto.

“Nenhuma sentença se escreve no vazio. Ela se escreve depois de doutrina estudada, de jurisprudência consultada, de precedentes comparados.”

Ministro Edson Fachin, presidente do STF, na abertura da exposição dos 135 anos da Biblioteca da Corte, 20 de agosto de 2026
Fontes oficiais

Para conferir.

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