
Livre-se da demissão, garanta a sua permanência no cargo, proteja a sua saúde, a sua carreira e o seu nome contra abusos, perseguições e práticas irregulares dentro da Administração Pública.
Nossa equipe é formada por professores, mestres e especialistas em Direito, dedicada à defesa do agente público em toda e qualquer situação jurídica.
Atendimento sigiloso. Falar não gera compromisso. Você fala direto com a equipe do escritório.
Há mais de uma década defendemos servidores públicos e conhecemos cada ponto em que a Administração aperta: a avaliação usada para derrubar quem incomoda no estágio probatório, a sindicância que nasce de uma perseguição, o PAD que ameaça o cargo de uma vida, a licença negada a quem adoeceu trabalhando, a remoção travada de quem precisa cuidar da família, a readaptação ignorada, a aposentadoria revisada de má-fé, a demissão aplicada sem defesa de verdade.
Em todas essas situações o padrão se repete: de um lado, uma máquina com comissões, procuradores e carimbo oficial, do outro, um servidor sozinho, adoecendo, com medo de perder o que levou anos para construir. É aí que nós entramos — porque ninguém pode ser punido, preterido ou descartado sem ampla defesa e devido processo, e esse direito acompanha você do primeiro ao último dia da carreira.
Seja você vítima de abuso e perseguição, seja você acusado de uma conduta, a sua história merece uma defesa técnica à altura. Essa é a nossa missão.
Não espere ser tarde demais. Proteja-se agora mesmo!
“Quando a sua carreira está em risco, o tempo corre contra a sua defesa — quanto antes o seu caso for analisado, mais opções você tem.”
Kayo César — OAB/DF 79.432Da nomeação e da posse até a aposentadoria — e, quando é o caso, até o reingresso de quem saiu injustamente. Atuamos em todas as frentes que ameaçam o seu cargo, o seu nome e a sua estabilidade.
Defesa técnica desde a fase de apuração até a decisão final.
Defesa em PAD, sindicância e rito sumário — do início ao recurso.
Defesa em improbidade, com aplicação da nova Lei inclusive de forma retroativa.
Para quem já foi demitido ou exonerado: busca do retorno ao cargo.
Defesa de quem é alvo de denúncia ou representação no serviço público.
Saúde, acompanhamento de familiar, união de cônjuges e demais hipóteses legais.
Reconhecimento e deferimento de licenças, inclusive por motivo de saúde.
Defesa do servidor acusado de assédio — e também de quem sofre perseguição no trabalho.
Defesa integral em todas as esferas que ameaçam o servidor.

OAB/DF nº 79.432
Kayo César Araújo da Silva é um profissional de destaque, amplamente reconhecido por sua excelência na prática jurídica e na formação acadêmica. Além de advogado, é pós-graduando em Direito Penal e Processo Penal pela Academia Brasileira de Direito Constitucional (ABDConst), especialista em Direito Administrativo e mestre em Direito Constitucional pelo prestigiado Instituto Brasileiro de Direito Público (IDP/DF).
Com uma carreira sólida na defesa de agentes públicos, atua como professor universitário nas disciplinas de Direito Administrativo e Direito Constitucional. É autor de obras jurídicas de relevância nacional, incluindo seu mais recente livro, Entre a Cruz e a Espada, que recebeu o prefácio do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Ferreira Mendes.
Também contribui para veículos de comunicação de prestígio, como Estadão, Consultor Jurídico, Folha de São Paulo e Portal Migalhas, oferecendo análises e comentários especializados sobre questões jurídicas.
Sua combinação de formação acadêmica robusta, experiência prática substancial e contribuições notáveis ao campo do Direito faz dele o profissional ideal para liderar a sua defesa com competência e dedicação.
Histórias reais de servidores que transformaram um caso difícil em uma vitória.


















Ensino, palestras e presença nos principais espaços do Direito e do poder público brasileiro.






Nossos profissionais são altamente atuantes em suas áreas, e suas opiniões têm sido frequentemente publicadas nos principais veículos de comunicação do país.
Da posse à aposentadoria: probatório, avaliação de desempenho, disciplina, saúde, remoção, readaptação, reintegração e improbidade. Um só escritório para toda a vida funcional.
Resposta imediata e decisão apoiada em dados, porque na via administrativa a fase que passou não volta.
Acompanhamento próximo e reservado, do primeiro contato ao encerramento. Nada do que você contar circula, e o contato com o escritório não aparece no seu processo.
Pelo que o documento pede e por quem o assinou. Comunicação interna pede informação. Sindicância apura, e pode ser investigativa ou já punitiva. O PAD imputa uma conduta a você e abre prazo de defesa. A leitura do documento resolve isso em minutos e define se você tem tempo ou se o prazo já está correndo.
Vários, e em degraus: licença para tratamento de saúde, redução de carga horária quando a saúde exige, readaptação para função compatível e, em último grau, a aposentadoria por incapacidade. O caminho certo depende do laudo e do estatuto do seu vínculo — e negativa de junta médica mal fundamentada é ato que se enfrenta, não que se aceita.
Dá, pela reintegração. Demissão aplicada em processo nulo, exoneração usada como punição disfarçada e avaliação de estágio probatório sem critério são atos que o Judiciário anula, com retorno ao cargo e recomposição do que se perdeu. Quanto mais recente o ato, mais caminhos existem.
Pode, a lei não exige advogado. Mas quem se defende sozinho costuma perder o que não sabia que podia pedir, prova, perícia, oitiva de testemunha, arguição de nulidade, e essas perdas não voltam no recurso. Defesa técnica não é obrigação, é vantagem.
Dá, e é justamente nessa fase que a atuação é mais eficaz. Assédio moral se combate com registro, o que hoje é conversa de corredor amanhã é prova, e sem documentação a palavra do servidor fica contra a do superior. Existem também as vias de representação interna e a responsabilização do agente que abusa da função.
O direito ao contraditório e à ampla defesa é de todos, o que muda é o instrumento. Ocupante de cargo em comissão pode ser exonerado sem processo, porque a exoneração não é punição, mas não pode ser punido sem processo nem ter na exoneração um castigo disfarçado. Temporário e celetista têm regime próprio, e é dele que se extrai o caminho.
Não permita que sua estabilidade, sua saúde e o seu nome sejam comprometidos por quem desrespeita as regras do serviço público. Proteja sua conquista. Defenda seu direito — agora.
Atendemos em todo o Brasil — 100% digital (Juízo Digital do CNJ). Servidores efetivos, comissionados, temporários e celetistas.
Com sede em Brasília, defendemos agentes públicos municipais, estaduais e federais em todos os estados — com a mesma qualidade onde quer que você esteja.
Com o Juízo 100% Digital do CNJ, todo o processo é virtual. Você escolhe quem realmente entende da sua causa, sem depender da localização.
38 mil@kayocesar
No meu Instagram eu mostro, sem juridiquês, como proteger o seu cargo, os seus direitos e o seu nome contra abusos, ilegalidades e perseguições no serviço público — e como agir na hora certa, antes que o problema cresça. Milhares de servidores já acompanham. Siga e fique um passo à frente.